Outro Castelo #69: Nossos Pais, Nossos Games

OH SIM! Sejam bem vindos as terras longínquas de um Outro Castelo. Hoje, Mateus “Six” , Rodrigo Lanzonet e Augusto “Fuca” relembram histórias de infância e dos nossos pais jogando videogames!

O dia dos pais já passou, mas ainda neste clima, contamos histórias de como nossos pais nos ensinaram a jogar videogame. As primeiras compras, idas a locadora, jogatinas em conjunto, histórias do litoral gaúcho e algumas histórias nostálgicas. Saiba quem teve seu primeiro contato com a Nintendo através de um Virtual Boy, quem ganhou cartucho do Papai Noel com 13 anos e qual foi o pai que zerou Resident Evil 2 com o TOFU!

E NOS E-MAILS: Rock and Roll Racing VS Mario Kart, o ódio ao Sonic e Léu Borelli
DURAÇÃO TOTAL: 1:22:00

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  • SuHFagner

    Olá, chapas!
    Obrigado pelo cast DELICIOSO de ouvir!
    Gosto desses temas que fogem “um pouco” do padrão do site mas não deixam os joguinhos de lado.
    No cast vocês falaram sobre filhos e sobre colocá-los para jogar também e tudo mais. Isso ressoou em mim, e resolvi contar um pouco da minha experiência aqui: tenho um irmão mais velho e um irmão mais novo, que foram meus companheiros em longos anos de jogatina. Porém, nós crescemos e eles acabaram por me abandonar nesse mundinho ímpar dos joguinhos! Ainda jogam uma ou outra coisa casual (jogo de luta, Rock band), mas não possuem mais o AMOR que antes habitavam nos corações.
    Porém, meu irmão mais velho me deu um sobrinho que amo como se fosse meu filho! Então, logo o coloquei para jogar: Ducktales do NES, Castle of Illusion no PS3 e até GRID, já que o mesmo AMA carros e afins.
    Mas… ele não se apegou. Preferia me ver jogando, do que pegar no controle. Fiquei triste. E deixei para lá. Ele tinha quase quatro anos na época.
    Então, eis que um milagre aconteceu: com quase seis anos de idade, graças ao AZURE STRIKER GUNVOLT, ele tomou gosto pela coisa! Então, depois de todos esses anos, voltei a ter um companheiro de jogatinas! E já finalizamos vários jogos, sendo o mais recente, o LARA CROFT AND THE TEMPLE OF OSIRIS!
    Então, minha dica é: Aguardem e tentem jogos diferentes com seus filhos/sobrinhos. Joguem juntos e não fiquem apenas dizendo como ele deve jogar. Uma hora você acerta no gosto deles!
    Abraços, meus queridos! o

  • Joka

    Meu pai me levava para as locadoras sempre sábado de manhã, tenho uma nostalgia com isso de jogar videogame sábado pela manhã por causa desses momentos que tive com ele…. saudades demais disso, chapas. e belo episódio mts historias bacanas é por isso que curto vcs são super autenticos

  • Darley Santos

    Meus pais, com sua origem ou rural ou ribeirinha, nunca se ligaram em videogames. Eram os anos de 94 ou 95 acho, meus primos já tinham videogame, com frequência ia pra casa deles a convite para jogar – isso ajudou a convencer minha mãe de comprar um para mim, no caso um Super Nintendo. Meu pai sempre foi avesso a formas de entretenimento eletrônico de forma geral, pois seguindo a mentalidade de meu avô e seu pai, acha que essas coisas aprisionam a mente das pessoas ou é coisa do demônio, mas acompanhando os passos de minha mãe, acabou por ser presença sempre garantida nas compras de games na capital Goiânia, onde comprava as mídias físicas dos meus jogos, seja SNES, seja PS1 – ah, as visitas àquelas barracas de vendas, como aquilo chegava a ser apetitoso para mim! Meu pai acabava por se empolgar e abria a carteira para comprar coisas de seu interesse também, ou seja, ele ficava suscetível a bancar a aquisição dos jogos que eu queria, e isso só podia ser bom. Já jogando em casa, meus pais de vez em quando davam uma espiada pra ver como estava meu envolvimento com as jogatinas, sempre cuidando para que não houvesse exagero de tempo diante da TV e talz… Realmente, não tinha parado pra pensar, mas videogame pra mim sempre envolveu muito a família, olha só…

  • Giovani Montagner

    Bela homenagem em forma de podcast. Vivenciei muitas situações parecidas (videogame estraga tv, esperar o fim da novela para jogar, etc). Por incrível que pareça, meu primeiro contato com um videogame foi em 1989 e em casa, não lembrava direito o porquê e precisei da memória materna. Certo dia o pai chega em casa com uma caixa, era um Atari 2600 juntamente com dois cartuchos (enduro e pitfall, que não faço ideia de onde estão), mas eu e meu irmão não jogávamos muito, nossos amigos não possuíam videogame nem muito interesse, morava numa cidade acho que do tamanho de Carlos Barbosa, Cruz Alta, terra onde nasceu o escritor Érico Veríssimo, talvez a única coisa relevante da história daquela cidade.
    Quando viemos morarem Santa Maria tudo mudou, tínhamos vizinhos que possuíam videogame, até mais avançados como dynavision, master system e turbo game (hehe…). Numa jogatina aqui em casa, um amigo foi cruzar e enganchou no cabo do controle, o Atari caiu no chão e faleceu, infelizmente, quebrou o chip/placa dele, aliás, se alguém souber se há conserto eu agradeço, pois tenho ele guardado aqui. Foi a desculpa que faltava para o upgrade de geração, ganhamos o genérico do nintendinho, o turbogame. Depois tivemos o Super Nes que veio com Super Mario World 2, até hoje lembro o choro do mario bebe, como gostava daquele jogo. Logo ganhamos o PS1 que praticamente não joguei e paramos com os jogos eletrônicos.

  • gordinho do baixaki

    pai de gordinho prometeu uma surpresa no dia das crianças, era o jogo do Papa Léguas de Master System…..

    gordinho tinha um NES :/

  • Sousa

    Por onde anda o Aloysio?

    • Fala chapa Sousa

      Por necessidades de trabalho, ele acabou se afastando do site.

      ABS

  • Diego Veríssimo

    Olá, Queridos amigos!
    Meu nome é Diego, sou professor e moro em Guarulhos – SP. Acompanho vcs desde a época do Super Controle e me tornei o mais novo padrinho do projeto. Meu pai sempre jogou video-game, por isso, comprar novos lançamentos sempre foi algo mais fácil. Mesmo hoje com 55 anos, ele comprou um Xbox One só para poder jogar Pes Online. Lembro de quando criança, acordar de madrugada e ver meu pai jogar Castlevania e Super Mario no Nintendinho. Continue com excelente trabalho e até a próxima. Abraços!